4 meses... 4 meses que vivo com uma dor intensa a qual não possuo sozinha(ainda bem, obrigada @boomelicio). Não é uma dor física, e sim uma necessidade. Não é uma dor emocional, e sim uma necessidade. Não necessito o ato em si, mas do motivo que o ato acontece. É uma abstinência que tinha jeito de ser revirada, foi uma opção, a vida é feita de escolhas. Mas 4 meses...
O pior é que o último não foi agradável, lógico que foi quase do jeito que eu quis, mas limites foram quebrados e como sempre tem o arrependimento exatamente igual o das outras vezes. Mulheres...
Eu me pergunto todo o dia: Eu que sou mulher não me entendendo, e nós mulheres ainda temos a cara de pau de cobrar os homens para tal entendimento? Somos umas egoístas. Sério, mulheres não prestam(homens também não, não estou querendo dar uma de machista) e é por isso que não devemos cobrar os homens por tais coisas que nem nós mulheres entendemos, isso é um racíocinio básico.
Não vou ficar escrevendo sobre mulheres, mas sim que devemos cobrar dos outros coisas que podemos nos cobrar... ai entra aquele ditado "faça com o outro o que você gostaria que fizessem com você". O pior é quando não enxergamos o que estamos fazendo, e nos deparamos que estamos fazendo exatamente o que não queriamos que os outros fizessem conosco, tenso...
O mais impressionante é quando aprendemos o inesperado, com pessoas inesperadas e com simples conversas, e quando isso acontece é do modo mais verdadeiro que poderia acontecer. Tenho que agradecer por quem abriu meus olhos e viu que eu estava cobrando coisas que também estava fazendo. Antes de apontar para os outros, olha pra você mesmo, porque as vezes o errado na história é você.
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