Hoje vendo um documentário sobre o Vinicius de Morais me fez perceber como o amor nos inspira e nos faz agir. Tenho como exemplo a minha própria vida, já que abri esse blog com o intuito de colocar pra fora o que eu estava sentindo sem atormentar ninguém falando sempre sobre a mesma coisa, sobre o amor.
O amor pode ser visto de tantas formas e maneiras diferentes que nem dá para falar sobre cada uma, mas as mais frequentes, o amor de amigo e aquele amor...ah, aquele amor(estou me matando de dar risada não sei o porque)...
Vou acabar falando do amor de amigo, porque esse eu conheço bem, já aquele amor... Só me dou mal e eu não estou generalizando, é um fato!
Minha vida de nômade me fez conhecer muitas pessoas, umas amei e outras odiei. O mais legal que aconteceu com todas essas mudanças foi o aprendizado que tive com as pessoas. Nasci em São Bernardo do Campo(mas nem morei lá), morei 2 anos em São Paulo(que por sinal não me lembro nada), 11 anos em Ribeirão Preto, 2 anos e meio em Salvador, 6 meses em São Bernardo e agora em São Paulo de novo. Em Ribeirão Preto, desfrutei das amizades mais maravilhosas, verdadeira, puras e inocentes que tenho, amigas que nunca vão se afastar de mim e eu delas, que me conhecem mesmo não me vendo por meses e meses, e sempre que eu volto é a mesma coisa, o mesmo olhar, o mesmo abraço, o mesmo jeito e o mesmo amor... Já em Salvador, foi diferente.. e muito diferente. Primeiro, eram pessoas com culturas e jeitos que eu não estava acostumada; Segundo, eu era inocente e acreditava em todo mundo, pois estava acostuma com Ribeirão Preto, que frequentava a mesma igreja e escola por 11 anos; Terceiro, começei a andar com as pessoas erradas. De 2 anos e meio, exatamente depois de 2 anos que eu encontrei as amigas da minha vida! Elas são o tipo de amigas que eu nunca vou encontrar igual, pois elas possuiam um olhar diferente, um olhar mais que verdeiro.. um olhar de irmã! Além dos amigos que tive lá, amigos que até hoje sempre estam falando comigo e me conhecem por um simples 'oi' no msn, que quando eu morava em Salvador, apareciam na minha porta com um pote gigante de açai com banana só porque sabiam eu que eu gostava, que quando descobriram que eu ia embora foram até a porta de casa pra me dar um abraço e passar singelos minutos comigo, que quando eu tava mal me ligavam e não importava o horário iam me ver... Em São Bernardo entrou a história do medo de amar, medo de amar as pessoas com quem eu ia conviver sabendo que depois de 6 meses eu iria mudar de cidade. Eu já estava cansada de sofrer por perdas. Mas como sempre, é impossível não se apaixonar por pessoas que abriram os braços e cuidaram de você como se já se conhecessem a anos. Em São Paulo aconteceu algo que nunca aconteceu comigo, um amor enorme surgiu dentro do meu coração por pessoas que até hoje e sempre nunca vou explicar o porque, pessoas que a amizade começou do nada, de uma simples tarde da piscina ou num show ou em um acampamento de carnaval ou em uma depressão no colégio. Amizades que eu sei que vão durar pra vida toda! Sinto saudade...
que inspirada gi!! continue assim!! vou te ler sempre! bjs BAbi
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